segunda-feira, 7 de abril de 2008

O amor verdadeiro é mentiroso.
Eu não compreendia meu tudo em quase nada
E sempre tive a certeza do errado.
Mundo cruel, esse da bondade infeliz
Eu quis o beijo sincero da falsidade
Fui louca uma vez na vida, apenas
Quando eu tinha a alma pequena na tua imensidão
Te errei pronominalmente
Te amei erradamente
Por quê?
Para enfeitar o poema com versos doloridos
Para ter o pretexto de escrever esse texto vulgar
E te amar nunca mais, se é para ser sozinha
E ser sozinha, se é para ter que sofrer por amor.
Que amor é esse que faz a gente sofrer?
Isso não é amor
É a insistência da razão em lograr com a loucura
Sou sensata.

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